SOCIEDADE PROTETORA DOS VEGETAIS (link)

Publicado a 4 de fevereiro de 2014 por joaocandido 

SOCIEDADE PROTETORA DOS VEGETAISClique aqui para acessar o endereço da Sociedade Protetora dos Vegetais: https://www.facebook.com/protetoravegetais?fref=ts.

Veja-se, abaixo, a fala de Oxóssi sobre o Reino vegetal, com comentários:

O Reino vegetal é um Reino muito rico e que, atualmente, está sendo abandonado pela raça humana, ou seja, pelos homens.”

Por que a afirmação de que o Reino vegetal é muito “rico”? Imaginemos a ausência dessas criaturas em todo o planeta, sendo que eles têm muitas utilidades, que é dispensável relacionarmos.

“Vai acontecer com o Reino vegetal, daqui a algum tempo, o que aconteceu com o Reino mineral: ele vai se esconder em direção ao interior da Terra.”

Principalmente os ocidentais, com o desenvolvimento tecnológico e científico, têm ignorado a importância dos vegetais, substituindo-os por produtos fabricados nos laboratórios etc.

Os resultados são altamente nocivos para a vida humana, sem contar para os seres dos demais Reinos da Natureza, uma vez que a interdependência entre todas as criaturas é total e não pode ser desprezada impunemente.

“Por que? – Porque ele está sendo maltratado, muito judiado.

Então, antigamente, aqui no planeta Terra, o ouro borbulhava, os cristais borbulhavam, tudo borbulhava, até que os homens começaram com a ganância e, através dessa ganância, começaram a realizar comércios caríssimos e, com isso, o Mestre Divino, Governador da Terra, fez com que o Reino mineral se emborcasse cada vez mais para o interior da Terra, até que o homem tenha merecimento para poder utilizar bem o Reino mineral.”

Os seres são criaturas e não objetos descartáveis e Jesus, que o Divino Governador da Terra, sendo responsável pela evolução de todas as criaturas do planeta, não permite que continuem os abusos praticados contra os sub-humanos, tomando providência protetivas, através dos Seus prepostos especializados por cada um dos Reinos da Natureza.

“A mesma coisa acontece com o Reino vegetal, que está sendo, em primeiro lugar, muito menosprezado pelos seres humanos encarnados; em segundo lugar, está sendo muito comercializado.”

Duas situações graves estão ocorrendo quanto aos vegetais: o menosprezo e a comercialização.

“Hoje em dia, cada muda, como vocês falam aqui no planeta Terra, certas plantas custam uma fortuna.

Há gente que está se enriquecendo através do Reino vegetal, que é uma coisa que a Mãe Terra nos deu com todo Amor, com todo carinho, para que nós, os  desencarnados e os encarnados, fizéssemos o trabalho de acarinhá-lo, de aglutiná-lo junto conosco, para que todos nós fôssemos um só, nós fizéssemos parte de uma família.

Todos os Reinos fazem parte de uma grande família, o que está sendo totalmente esquecido.

Então, é impressionante o pouco caso com que muitos pegam um serrote e derrubam uma árvore, o pouco caso das pessoas vendo uma planta precisando de água, pouco estão ligando: se morreu, morreu!

O mundo vegetal é um conjunto de seres vivos.

Todos nós temos vida.

Todos os seres têm vida.

Cada vida de acordo com o progresso, com os desígnios de Deus.

Então, nós formamos uma família universal, sendo que essa família universal está sendo abandonada.”

Aqui se fala na Família Universal como o conjunto de todas as criaturas de Deus e não apenas as da fase humana.

Esse entendimento muda o paradigma terráqueo, principalmente o ocidental, de que somente os humanos são dignos de consideração.

“Antigamente, as pessoas iam para as matas e aquilo ali eram considerados locais sagrados.”

Veja-se a questão do respeito ao mundo vegetal, coisa que atualmente caiu em desuso da parte de muitos ocidentais, que vêm numa criatura vegetal um objeto descartável, que pode ser dizimado e substituído por um produto industrial.

“Muitos dos meus antepassados respeitavam as matas: eram locais sagrados, eram locais onde conviviam todos os Reinos juntos na santa Paz, na santa Luz, até que, infelizmente, os nossos irmãozinhos que não são da Luz incutiram no Reino humano aquilo que nós chamamos de ganância, aquilo que nós chamamos de poder, aquilo que nós chamamos de autoridade.”

Veja-se como toda a degradação da Natureza começou, há milhares de anos atrás, mas acelerou-se a partir da Revolução Industrial europeia, no século XIX.

“Então eles acham que têm autoridade de devastar regiões e mais regiões para colocar gado para ganhar dinheiro ou, senão, fogo nas matas, acabando com aqueles pobrezinhos do Reino animal, que ali estão e que não podem voar e morrem torrados.

Aqueles são seres em adiantamento.

Vocês devem ter notado a diferença entre a selva de pedra e os locais onde existe o Reino vegetal.

Vejam a força que existe na Mãe Natureza e que, infelizmente, está sendo abandonada.

Muitas flores que eram plantadas aqui no planeta Terra já não existem mais e já estamos levando-as para outros planetas para que lá elas possam se desenvolver.

Flores azuis, que têm um raio muito forte, já não se veem mais: onde estão os miosótis? Onde estão as tulipas? Onde estão as petúnias azuis? Estão todas já em outros planetas, a não ser uma ou outra sobrevive em algum país onde se cultiva o Reino vegetal.

E assim também os remédios, que estão sendo retirados do planeta Terra, porque, se deixarmos aqui esses elementozinhos vivos, vão desaparecer.

Então os devas, as fadas, os duendes recolhem esses seres e nos entregam e nós, com a ajuda do nosso Pai, encaminhamos esses seres a um planeta que nos é indicado.”

A proteção aos seres dos Reinos inferiores, em muitos casos, é sua transplantação para outros mundos, onde exista maior respeito a eles do que na Terra.

Um dia, com a evolução da humanidade no sentido do “somos todos um”, na certa, serão essas criaturas trazidas de volta.

“Quiçá, o planeta Terra, daqui a algum tempo, ainda vai sofrer muito com a falta de oxigenação, que o Reino vegetal processa e realiza.

Cuidem do Reino vegetal.

Por favor, ele está pedindo socorro.

As matas estão pedindo socorro.

As plantações estão pedindo socorro.

Hoje em dia só se planta se der dinheiro e, se não o der, não se planta. Não é por aí.

É certo que as pessoas precisam do chamado dinheiro para viver aqui na Terra, mas também não é correto que as pessoas explorem um pouco a mais do que aquilo que deveriam cobrar pelo Reino vegetal, quando não é isso que está acontecendo ou então o que temos visto nesses hortos que estão por aí são umas mudas de flores enriquecendo o bolso de muita gente, que vai às matas arrancando essas plantas e depositando-as em vasos e, quiçá, vendendo-as para as pessoas que tomam cuidado ou não…”

Muita gente materialista considera os vegetais como objetos e não criaturas em evolução e querem transformá-las em simples fonte de lucros.

A mentalidade mercantilista é uma das piores realidades do momento da Terra, em que a tudo se dá um preço em dinheiro.

“Precisamos acordar o homem para essa maravilha que é o Reino vegetal, para o que é a nossa Mãe Natureza, que o homem totalmente esqueceu, que o homem totalmente ignora, que o homem esquece de que dentro dele próprio existe esse Reino vegetal, existe essa força de que ele precisa cultivar, porque ele, um dia, já pertenceu a esse Reino e esse Reino é que dá força a muitas pessoas.

Muitas doenças, que estão ocorrendo neste planeta, são resultado do afastamento do homem da Mãe Natureza.

Está certo que o homem tem que trabalhar, está certo que o homem tem que sustentar-se, mas não custa também pensar um pouco nos outros Reinos e tê-los dentro de casa, cultivá-los, pois aquilo ali é um alimento, de que ele necessita para si próprio.”

Cada um deve fazer a sua parte nesse trabalho coletivo de preservação dos elementos vegetais no planeta, sob penas de danos irreparáveis, o que já vem acontecendo, inclusive com o surgimento de graves moléstias do corpo e da alma.

“É por isso que hoje eu aqui estou, em nome do qual eu comando, pelo qual me dão um título que eu não tenho, mas infelizmente eu sou conhecido como “rei das matas”.

Eu pouco estou ligando para a expressão “rei”. O que estou querendo dizer é que estou em contato com essa energia, mergulhado nessa energia, para que todo o planeta Terra não sofra, tenha mais oxigênio, tenha mais vida, tenha mais Amor universal, sabendo que todos nós formamos um conjunto e que vocês continuem sendo amparados por essa força da qual estão fazendo tanto pouco caso.

Lembrem isso aos nossos irmãos, pois eles estão se esquecendo muito da Mãe Natureza.

Acham, até debocham dela, falando uma palavrinha que eu escuto muito: “roça”.

Eles chamam o Reino vegetal de “roça”, menosprezando-o.

Eles não sabem o quanto estão perdendo de vitalidade, de saúde, de energia e acham que é nos blocos de cimento que vão conseguir maiores realizações.

Se vocês não podem ir para um lugar onde podem cultivar o Reino vegetal, que possuam na sua própria  casa sempre um elemento perto de vocês, um elemento do Reino vegetal e tratem-no com carinho, tratem-no com Amor, pois ele é um ser vivo, que está ali, jorrando energia, para que vocês possam, através da sua respiração, absorver toda essa energia e levar para o seu corpo material e os seus corpos sutis.”

Cada pessoa é responsável, perante a Justiça Divina, pelo que fez dos seus “irmãozinhos” e “irmãzinhas” dos Reinos inferiores e pelo que deixou de fazer.

“Somos soldados de Cristo, somos soldados de Maria e nós temos de alertar e proteger a nossa Mãe Terra e a nossa Mãe Natureza.”

Compete a cada um dar a sua cota de contribuição nessa causa, que, como dito, não é de caridade, mas um dever perante Deus.

 

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