ROSTO DE UMA VENUSINA (desenho)

Publicado a 3 de outubro de 2013 por joaocandido 

ROSTO DE UMA VENUSINA

Quem teve a oportunidade de ler o livro “Cartas de uma Morta”, de Maria João de Deus, psicografado por Chico Xavier, ficou sabendo que os habitantes de Marte não se alimentam de restos mortais de animais e nem de vegetais.

Assim, aqueles homens e mulheres não devem ter boca ou, se a têm, ela não necessita da presença de dentes, bem como não têm o aparelho digestivo e assim por diante.

Portanto, sua fisionomia não é, e nem pode ser, primitiva como a nossa.

Fazendo deduções dessa natureza, pode-se concluir que seu físico é muito diferente do dos habitantes da Terra.

Quanto ao desenho acima, trata-se de uma tentativa de reproduzir o que o médium viu durante algumas frações de segundo ao pedir ajuda de Espíritos venusinos, após estar, por vários minutos, acompanhando a trajetória do planeta Vênus no céu noturno.

Conseguiu identificar naquela figura que lhe apareceu espontaneamente à visão espiritual, sem que ele sequer imaginasse que tal iria acontecer, uma personalidade feminina, de rosto redondo, como se fosse uma grande maçã, de cerca de uns vinte e poucos  centímetros de diâmetro, onde os olhos se destacavam, apresentando-se bem maiores do que os dos terrícolas e irradiavam muita bondade e simpatia.

Realmente, não é sem razão que em um dos números da “Revista Espírita”, Allan Kardec transcreveu as informações de um médium sobre os habitantes de Vênus, referidos pelo mencionado médium como muito mais evoluídos do que os seres humanos da Terra.

Esta observação visa, acima de tudo, mostrar que seres de planetas mais evoluídos estão sempre empenhados em ajudar os habitantes de outros planetas, dentre os quais os da Terra.

Esse intercâmbio não deve ser tido como miraculoso, mas depende das intenções reais de cada um que se propõe a esse intercâmbio, sabendo-se que não pode haver um resquício que seja de orgulho, egoísmo ou vaidade para ser bem sucedido.

O próprio Allan Kardec, para iniciar o cumprimento da sua missão, adotou um pseudônimo e deixou para trás sua trajetória como professor, escritor e cidadão de renome na sua pátria.

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